September 2010
No país em que vivemos, falamos diariamente sobre os problemas de desenvolvimento, envolvendo demora no crescimento da Economia, desigualdade social e saúde. “Desenvolvimento” geralmente nos leva imediatamente a pensar em Economia, todavia, o desenvolvimento de nosso país deve ser considerado como um tripé.
Primeiramente, salientemos que para um aumento na Economia é preciso adequar-se à demanda internacional de tecnologia e produzir novas. A qualificação de nossos profissionais deve ser suficientemente boa para que possamos parar de importar tecnologias e ‘solucionar’ nossos problemas com as próprias mãos – como no setor Saúde, por exemplo. Buscar novos remédios, curas e tratamentos - além de alavancar soluções para o nosso povo – gera exportação. Seguindo o pensamento de que qualificação garante boa produção, sem a qualificação necessária não existe chance no mercado de trabalho, ou seja, a falta dela gera desemprego. Desemprego gera desequilíbrio e o tripé cai. Logo, para que haja desenvolvimento é preciso educar.
As medidas quanto à Educação foram, desde o “achamento” do Brasil, descuidadas. Observemos a faixa de tempo Montessoriana: os portugueses trouxeram um padrão de educação próprio da Europa, significando que todo e qualquer sistema educacional já existente entre os nativos brasileiros foi totalmente erradicada. Logo após encontramos o período pombalino, ou seja, as “aulas régias” que consistiam no estudo das humanidades e que permaneceram estagnadas nas classes elitistas continuando, todavia, a ter importância secundária. O terceiro e último ponto refere-se à Proclamação da República, desde então foram feitas inúmeras tentativas para uma guinada na Educação brasileira, porém, observando que a primeira universidade brasileira foi fundada apenas em 1937, em São Paulo, notamos tamanha desatenção que foi dada ao tópico desde então.
Parafraseando o professor Argemiro Brum, “o desenvolvimento contemporâneo considera os traços culturais e históricos de cada país ou região, respeitando as suas potencialidades”. A estrutura educacional hoje necessita de adequações aos seus usuários, logicamente ainda não temos estrutura ou base financeira para tornar toda e cada escola, um projeto exclusivo e direcionado para a comunidade – porque as adequações mudam constantemente, e, em questão de cinco anos a mesma já seria considerada inválida. Os centros de educação devem, porém, buscar estimular as potencialidades locais e dar aos alunos a chance de conhecimento não só para a subsistência, mas, mostrar-lhes que todas as oportunidades só dependem deles mesmo. Devemos humanizar.
Não só as escolas têm o dever, todavia, a educação começa em casa. Pais devem ser comprometidos com a educação dos filhos, freqüentar as ‘reuniões de pais e mestres’ e procurar informar-se sobre o progresso (ou não) dos filhos. Um dos maiores problemas em sala de aula é justamente a falta de educação dos alunos para com seus mestres, então, ‘dar aula’ torna-se basicamente ‘controlar os alunos’. Os pais devem ter em mente que seus filhos são plenamente sua responsabilidade, até que os mesmos sejam suficientemente maduros para administrar seu próprio ensino, de maneira válida e satisfatória.
Aos professores e alunos é também desgastante apenas a rotina teórica. Necessitamos de laboratórios, pesquisas de campo. As mesmas ajudam os estudantes a obter uma visão realística da sua sociedade e realizar debates, puramente analisados com os olhos de nossa juventude. Educar é influenciar de tal maneira que o aluno não se deixe influenciar, fazer isto de maneira interessante e dinâmica é a melhor aposta, pois, apenas ‘sentindo na própria pele’ os estudantes percebem o quão importante eles são para o futuro. A diminuição da evasão escolar, com prevenção da gravidez na adolescência e violência escolar também é um fator importante, tanto quanto valorizar adequadamente os professores, dando-lhes pisos salariais adequados – de acordo com o nível de ensino – diminuindo o número de professores que trabalham em várias instituições (apenas para complementar a renda) e acabam não educando com devida qualidade.
E, por último, mas não menos importante, o comprometimento do Governo é imprescindível. Segundo a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a Educação deve ser organizada e administrada pelos níveis de governo – Federal, Estadual, Distrito Federal e Municipal. Cada um dos mecanismos públicos é responsável pela sua manutenção, bem como gerar fundos e gerir os mesmos. Segundo o PNAD, o literacismo brasileiro foi de 90% em toda a população (2007), representando 14,1 milhões de brasileiros analfabetos entre 190 milhões (IBGE).
A participação dos Governos, o interesse, é importantíssima. Nossos representantes junto ao Parlamento devem justamente fazer a pesquisa de campo e sentir a educação brasileira e realmente compreender os reais problemas didáticos, comportamentais e estruturais dos centros de ensino no Brasil, compreendendo que cada região possui potencialidades e fragilidades distintas. Apenas realizar cortes, ajustes e doações não solucionará as tantas questões, é preciso conhecer os novos (ou não) brasileiros e proporcionar mais ou menos condições corretas para corrigir a falha da quantidade e qualidade na Educação brasileira.
Somos todos brasileiros e somos todos responsáveis pelo desenvolvimento de nosso país, bem como somos responsáveis pelos métodos a se chegar ao bom resultado. A citar novamente o professor Brum, “O ser humano é o grande valor. O desenvolvimento é feito por ele e para ele. Consequentemente, a chave do desenvolvimento encontra-se na valorização do homem, através do seu aperfeiçoamento moral, cultural e técnico”, papel fundamental a ser exercido pelas escolas, universidades e comunidade.
Esse texto eu escrevi pra aula de Fundamentação e Desenvolvimento Brasileiro, tirei nota máxima e me orgulho dele. :)
Risque o que já fez.
01. Pagar bebida pros seus amigos.
02. Pegar num tubarão.03. Dizer “eu te amo” sentindo amor de verdade.04. Abraçar uma árvore.05. Achar que vai morrer.06. Ficar acordado a noite inteira e ver o nascer do sol.07. Não dormir por 24hrs.08. Cultivar e comer os teus próprios vegetais.09. Dormir sob as estrelas.
10. Mudar a fralda a uma criança.11. Ver uma estrela cadente.12. Ficar embriagado.13. Doar coisas pra caridade.14. Olhar para o céu e achar o cruzeiro do sul.15. Ter um ataque de riso na pior altura possível.16. Fazer uma luta de comida17. Apostar e perder.
18. Convidar um estranho para sair.19. Fazer guerrinha de papel.20. Gritar o mais alto que puder.21. Andar de montanha russa.22. Dançar como um louco e não se preocupar se estão olhando.23. Falar com sotaque por um dia inteiro.24. Estar mesmo feliz com a tua vida.25. Ter dois hard drives para o computador.
26. Conhecer o teu país.27. Cuidar de alguém embriagado.28. Ter amigos fantásticos.29. Dançar com um estranho.
30. Roubar uma placa/sinal de trânsito.31. Fazer um passeio de noite na praia.32. Ficar de coração partido mais tempo do que se esteve realmente apaixonado.
33. Sentar na mesa de um estranho num restaurante e comer com ele.34. Imitar uma vaca.35. Fingir que se é um super-heroi.36. Cantar karaoke.
37. Mergulhar.38. Beijar na chuva.39. Brincar na lama.40. Brincar na chuva.41. Apaixonar-se e não ficar de coração partido.42. Visitar locais ancestrais.
43. Fazer uma arte marcial.
44. Entrar num filme.45. Ser penetra numa festa.46. Ficar sem comer 5 dias.47. Fazer um bolo sozinho.
48. Fazer uma tatuagem.49. Receber flores sem razão.
50. Representar num palco.51. Gravar música.52. Ter um caso de uma noite.53. Guardar um segredo.54. Cantar bem alto no carro e não parar quando perceber que tem gente olhando.55. Sobreviver a uma doença em que se podia ter morrido.56. Perder dinheiro.57. Cuidar de alguém com dor de cotovelo.58. Fazer uma festa legal.59. Partir o coração de alguém.60. Fazer um piercing.61. Andar a cavalo.
62. Fazer uma grande cirurgia.63. Comer sushi.64. Ter uma foto sua num jornal.65. Mudar a opinião de alguém sobre alguma coisa em que acreditas profundamente.
66. Fazer de um inseto um animal de estimação.67. Selecionar um autor importante que não trabalhou na escola e lê-lo.68. Comunicar com uma pessoa sem partilharem uma língua comum.
69. Escrever a sua própria linguagem no computador.70. Pensar que está vivendo um sonho.71. Pintar o cabelo.72. Salvar a vida de alguém.
73.Pegar num cordeiro(via prix3)
Nür für dich bin ich am Leben, du steckst mich Orden ins Gesicht. Ich bin dir ganz und gar ergeben. Ich lieb’ dich denn du libst mich nicht. Ich blute für dein Seelenheil, ein kleiner Schnitt und mir werd’ geil! Mein Körper schon total entstellt… Egal, erlaubt ist was gefällt. Du tust mir Weh, tut dir nicht Leid. Das tut mir gut, ich höre wie es schreit! Bei mir hast du die Wahl der Qual, Stacheldraht im Harnkanal! Lege ich mein Fleisch in Salz und Eiter… Erst sterbe ich doch dann, lebe ich weiter. Bisse Tritte, harte Schläge, nadeln Zangen stumpfe Säge. Du wünschst mir was du sagst, nicht, nein! Und führ mir Nagetiere ein!
Ich bin das Schiff, du der Kapitän… wohin soll denn die Reise gehen? Du siehst im Spiegel mein Gesicht, ich liebe dich denn du liebst mich nicht.
Du tust mir Weh. Tut dir nicht Leid. GAR NICHT LEID. Ich liebe dich immer noch. Ich liebe dich doch.